quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Nível 7: Avaliar é saber dar valor

Conclusões, não sou muito boa nisso.

O jogo foi muito interessante, pois me motivou completar as atividades e quando a completava queria fazer mais, queria saber qual seria o próximo desafio, mas não só pelo desafio mas por colocar coisas que muitas vezes ficam no nosso ideal e não vemos que basta agir para que vire realidade.

Meus pontos negativos no jogo foram sempre o excesso de atividades paralelas e a falta de tempo, todas as atividades sairiam muito bem se eu não as tivesse realizado com tanta pressa. Nessa ultima tarefa surgiu mais um ponto negativo, designar tarefas e deixar que as pessoas as façam. Mesmo com os problemas que tive e apresentei no nível anterior, essa é uma dificuldade que tenho sempre, deixar as pessoas livres para errarem ou pra fazerem, quando vejo que não vai dar certo ou que não está indo pelo caminho que eu imaginava eu agrego mais aquela atividade e acabo me sobrecarregando e passo por monopolizadora (que é o que me torno na realidade).

Meus pontos positivos foram o aumento da consciência, lembrei de quando conheci uns estrangeiros e eles sempre perguntavam de onde vinha determinada palavra, e eu tinha que parar para pensar porque não fazia aquilo nunca simplesmente falava, e essa sensação se repetiu, pensar o porque e o para que, de onde vem e pra onde vai, o porque de dar um passo, o porque de dar as coisas (ou o porque de guardar as coisas, e a cada passo a consciência vai aumentando e a vontade também, vontade de agir, de construir. Foi um combustível para a minha auto estima realizar, concretizar.

Das atitudes que tive desde o começo do jogo acho que modificaria a forma com que me cobro e cobro dos outros, esse perfeccionismo que atrapalha no meu divertimento ao realizar aquilo que quero, pois me alimenta mas me desgasta.

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