terça-feira, 26 de agosto de 2008

Meu propósito, meu compromisso, minha ação

Meu Propósito
Porque quer participar do Guerreiros Sem Armas?

Porque como vocês mencionaram na página dos Guerreiros, " Guerreiro sem armas é aquele que, mesmo com medo, não consegue ficar parado". E esse é o sentimento que tenho, por mais que eu saiba o que existe de obstáculos no caminho, do que as pessoas são capazes, como alguns se corrompem e coisas do gênero, sei também que há pessoas que vivem batalhando, lutando e acreditando que suas vidas podem mudar. Não acredito em vilões e mocinhos, acrdito em oportunidades e escolhas, nem todas as nossas opções são sempre boas ou sempre ruins, e esse é meu intuito no Guerreiro Sem Armas, aprender com as pessoas convivendo, com as situações reais de uma comunidade, um lugar novo com desafios.


Meu Compromisso
O que pretende fazer na volta do programa?

Colocar em prática na minha vida, nas minhas ações e nas relações com outras pessoas, o que eu vivi.


Minha Ação
Como você pensa que a experiência aqui, vai te influênciar ou te ajudar a agir onde você está?

Como pude percber, com o relato das pessaos que já participaram em 2007, é uma experiência motivadora, portanto, saindo mais motivada, o segundo passo é colocar em prática tudo que foi aprendido. Não sei como será todo o trabalho que será realizado, mas só de saber que haverá troca constante com pessoas diferentes, em todos os sentidos, já é um grande treinamento para solucionar conflitos (pincipalmente os internos) e passar a entender ainda mais o ponto de vista de cada pessoa, o que na volta fará com que tudo seja visto por um novo ângulo.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Quem Estou

Quem você está agora?

Neste momento estou me descobrindo e descobrindo as pessoas, aceitando as pessoas de uma forma que isso não interfira no meu eu. A forma de ver o mundo está mudando, apesar de não mudarem os meus ideais. A cada passo que dou vejo mais possibilidades, o único problema é que ainda não sei como mudar as coisas, como tranformar o que está ao meu redor sem povocar estragos nem nos outros nem em mim.

Como se sente?

Sinto-me um pouco perdida e confusa, a forma com que as coisas se desenrolam no mundo, as relações humanas tornam-se cada vez mais vagas, as pessoas não se percebem, às vezes um bom dia ao motorista de ônibus (que em minha opinião é uma questão de respeito ao que lhe presta um serviço)é visto como algo estranho. Até mesmo as relações afetivas da minha geração são estranhas. É tudo muito rápido e sem profundidade, e a principal questão é onde isso vai parar?

Quais são suas dúvidas profissionais?

Essa rapidez, que menciono na pergunta anterior, interfere também nas escolhas que fazemos, eu, por exemplo, já tentei ingressar em várias profissões, mas nunca fico completamente preenchida. Quero muito ajudar os outros, mas nenhuma dessas profissões me deu a sensação plena de preenchimento. Hoje busco entrar na faculdade de pedagogia, apesar de fazer teatro e trabalhar com arte, isso não me dá a satisfação de crescer conhecendo e evoluindo com outras pessoas, não me dá a sensação de bem estar, de me sentir util por uma coisa maior.

Quais são seus sonhos?

Construir algo no mundo, esse é meu maior sonho. Tenho sonhos menores que me ajudariam a me descobrir no mundo, como morar sozinha, conseguir entrar na facfuldade que quero, mas construir algo, fazer com que as pessoas pensem que elas tem oportunidade.
Muita gente vive "pra onde a maré leva", eu acredito que todo mundo tem o direito a decidir sua própria vida, ter suas opções. Muitas pessoas acham que todos tem opções, agora convivendo com uma criança que é pobre, estuda em uma escola pública, mora em um bairro pobre, e tem uma mãe que aparece de vez em quando em casa, e um pai que bebe e bate nela, essa criança não acreditará que tem a opçõ de ser o que ela quiser, e acho que mudando isso, tornando as relações humanas mais humanas tudo ao redo começará a se transformar.

Quais são os seus desafios?

Meu desafio hoje é tentar mudar o prédio em que moro. É um projeto para eu testar a minha capacidade em alterar algo que irterfere na vida de outras pessoas. A história desse prédio é bem estranha, pois a maior parte das pessoas moram lá há quase 50 anos, ninguém se muda e nada lá muda. Há muitos conflitos entre vizinhos, nenhum tipo de regra é respeitado (se dois obedecem três desobedecem), as pessoas não tem esperança que as coisas possam mudar ao redor, e por isso desistem, e chego a pensar que algumas pessoas não respeitam certas regras com medo que as coisas mudem, pois não saberiam viver de outra maneira.